Refrigeração líquida

Quando o ar não dá mais conta.

A geração atual de GPU ultrapassou o que a refrigeração a ar consegue remover. Projetamos ambientes de placa fria, híbridos e racks totalmente líquidos.

O que mudou

A conta de energia por rack mudou de ordem de grandeza.

Uma GPU de data center saiu de cerca de 400 W na geração A100 para 700 W no H100 e 1.000 W no B200. A plataforma seguinte, Rubin, opera acima de 1.800 W por GPU. O rack acompanhou.

O limite prático do ar

Ventilação e contenção de corredor atendem bem racks até a faixa de 15 kW. Acima disso, a vazão de ar necessária vira ruído, consumo e ponto quente.

O calor sai onde nasce

A placa fria encosta no processador e retira o calor na origem, em vez de aquecer a sala inteira para depois resfriá-la.

Densidade sem obra nova

Uma solução híbrida eleva a densidade de uma sala existente sem trocar toda a infraestrutura de ar.

Quatro caminhos

Do air cooling ao rack totalmente líquido.

Ar

Ventilação e contenção. Resolve densidade convencional e é o que a maior parte das salas já tem instalado.

Híbrido

Ar para o calor residual, líquido para os componentes que concentram consumo. É o caminho de menor atrito em sala existente.

Direct-to-chip

Placa fria em contato com CPU e GPU. Sustenta densidades que o ar não alcança, na casa das centenas de quilowatts por rack.

Rack líquido

Gabinete inteiro refrigerado a líquido, com distribuição dedicada. É o formato exigido pelas plataformas mais recentes.

O que compõe o projeto

Não é só o servidor que muda.

Unidade de distribuição de líquido

A CDU separa o circuito que passa pelos servidores do circuito da instalação predial, controla temperatura, vazão e pressão, e monitora vazamento. É o coração do sistema.

Manifolds e engates rápidos

Distribuem o líquido dentro do rack e permitem trocar um servidor sem drenar o circuito. A qualidade dessa peça define o risco de operação.

Placa fria

O componente em contato com o processador. Resistência térmica baixa e material adequado ao fluido são o que garantem desempenho e vida útil.

Rejeição do calor

Para onde vai o calor depois: trocador, torre, ou reaproveitamento. Definir isso cedo evita retrabalho na obra civil.

Com quem trabalhamos

Refrigeração projetada junto com o servidor.

KAYTUS e AIVRES desenvolvem placa fria, solução híbrida e unidades de distribuição como parte da própria plataforma de servidores, e não como acessório de terceiro. APC by Schneider Electric entra na camada de energia, rack e infraestrutura da sala.

Por que decidir cedo

Em cluster grande, operar custa mais do que comprar.

Consumo elétrico e remoção de calor são despesa recorrente pelo ciclo de vida inteiro do equipamento. Uma escolha de refrigeração feita no projeto muda a conta de operação por anos, e refazer depois significa obra em ambiente em produção.

Densidade por rackDimensionamento elétricoRedundância Monitoramento térmicoPrevenção de vazamentoRejeição de calor Eficiência energética

Sua sala aguenta a próxima geração?

Levantamos a capacidade elétrica e térmica atual e mostramos o que muda com o equipamento que você pretende comprar.